sábado, 24 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Sol quadrado também é design!

Na Alemanha, a grife “Santa Fu” está fazendo o maior sucesso entre os descolados locais. Até aí, nada demais, a não ser pelo fato de que Santa Fu é uma das penitenciárias mais famosas do país e os produtos da marca são criados, manufaturados e embalados pelos próprios detentos.
As peças, marcadas principalmente pela irreverência, são inusitadas e trazem um humor sarcástico. Nas camisetas, figuram palavras como “inocente”, “culpado”, “perpétua” e outras. Os bonés trazem a estampa da logomarca da grife, quatro traços cortados por um quinto risco, como os que os presos usam para contar os dias na prisão. O jogo de memória traz fotos das tatuagens dos detentos e o livro de culinária, a receita de "Huhn in Handschellen" ("Galinha Algemada").
Criado há dois anos pela penitenciária em parceria com agências de publicidade e marketing, o projeto foi premiado com o selo "Alemanha, país das idéias", um reconhecimento do governo alemão a empreendimentos inovadores no país.
Apesar de ousado, o projeto contribui para a reabilitação dos presos, e parte da renda é destinada a uma entidade de assistência a vítimas de crimes.
http://www.santa-fu.de
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Preguiça mega!
Hoje peguei um assunto bem legal para escrever, mas cheguei em casa agora e deu uma preguiça.... Então vou deixar o texto novo para amanha. Teaser para não desanimar: "Sol quadrado também é Design". See ya tomorrow!
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Só rindo mesmo!
Vire a cabeça um pouquinho de lado, porque eu ainda não sei virar o vídeo. Ficou uma corujisse isso aqui, eu sei.... Mas quem resiste?
Brinquedos Escatológicos



Eu sou o tipo “tia legal”. Gosto de dar presentes grandes e volumosos, de preferência os que arrancam os maiores suspiros das crianças que ganham e a maior inveja das que olham.
Como não sou mãe, não estou aqui para educar ninguém, então às vezes meus presentes são um pouco politicamente incorretos.
Tento não pender para o lado Barbie da coisa porque acho meio lugar-comum, mas este ano o lançamento da Martell estava irresistível: A Barbie e o cãozinho Tanner. Um cachorro que come e descome e se parece com um Labrador. “E que fofo” eu pensei – ele vem com uma caixa cheia de comida e um pratinho de cachorro. E esta Barbie não é uma típica “Barbie” – loiraça, com um decote até o umbigo e uma mini saia que não cobre nem 1cm das suas longas coxas. Ela é uma “pessoa comum”, cabelos castanhos, longos, usa roupa como essas de quem leva o cachorro passear e seu único excesso é uma camiseta no estilo baby-look que mostra levemente o umbigo (mas no caso da Barbie, ela pode!).
Após a longa distribuição dos presentes, minha afilhada abre o lindo pacotinho e vem brincar comigo e com os pais.
“ – Filhinha, coloque a comida no potinho que Tanner deve estar com fome”
(é, eu pensei. Lá nas prateleiras da Amazon.com ninguém deve ter lembrado de alimentar o coitadinho)
E foi ai que eu comecei a me arrepender: Depois de comer, vc mexe o rabo cachorro e ele defeca a comida, na mesma cor e foma do que comeu, e ai você coloca no potinho e ele come outra vez e faz cocô, come, faz cocô, come, faz cocô....... e eu fui ficando sem graça, os pais foram não gostando muito, mas simplesmente não tinha o que fazer. As crianças amaram.
Apesar de tudo, o brinquedo é educativo e traz consigo uma pá e uma lata de lixo para a Barbie limpar o estrago.
Estavam todos acostumados com a brincadeira, quando num susto a mãe berra para a menina:
“Sarah, está cheio de cocô no chão, não deixe seu irmãozinho comer”
Constrangedor!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Pelamordedeus! Escreva direito!
Tudo bem que eu caço erros de português. Mas normalmente é uma placa na praia que vende Água de Cocô ao invés de Água de Coco, ou qualquer coisa banal escrita por alguém que talvez não tenha tido a oportunidade de aprender a escrever direito. Mas o que me tira do sério são os textos que encontro nos elevadores de prédios.
Agora mesmo estava subindo o elevador do meu prédio e me deparei com um aviso patético.
O Síndico pede “à” gentileza (quem é ela??) que os moradores tirem as coisas guardadas nas vagas de garagem, pois é um comunicado “extra-oficial” do Corpo de bombeiros, que acarretará em multa (como um comunicado “extra-oficial” pode acarretar em multa??) para o morador que não o fizer. No final ele agradece “à” gentileza - de novo, qual é o problema do sujeito com a crase? Me dá vontade de reescrever o texto e colocar um novo, ou de despejar as regras gramaticais explicando o porquê (junto e com acento) que está tudo errado. No fim, acho que a reforma ortográfica vai cair bem. Assim ninguém mais acentua nada e fica tudo certo. Ou quase tudo.
Agora mesmo estava subindo o elevador do meu prédio e me deparei com um aviso patético.
O Síndico pede “à” gentileza (quem é ela??) que os moradores tirem as coisas guardadas nas vagas de garagem, pois é um comunicado “extra-oficial” do Corpo de bombeiros, que acarretará em multa (como um comunicado “extra-oficial” pode acarretar em multa??) para o morador que não o fizer. No final ele agradece “à” gentileza - de novo, qual é o problema do sujeito com a crase? Me dá vontade de reescrever o texto e colocar um novo, ou de despejar as regras gramaticais explicando o porquê (junto e com acento) que está tudo errado. No fim, acho que a reforma ortográfica vai cair bem. Assim ninguém mais acentua nada e fica tudo certo. Ou quase tudo.
Textos Curtos
Não tem nada mais chato do que vc entrar num blog, curtir os textos, voltar para ler mais e não ter nada de novo.
É que na verdade eu gosto de elaborar o que escrevo, então nunca faço por impulso e acabo ficando dias sem postar nada.
Preciso aprender a fazer textos curtos. Esse é o primeiro.
É que na verdade eu gosto de elaborar o que escrevo, então nunca faço por impulso e acabo ficando dias sem postar nada.
Preciso aprender a fazer textos curtos. Esse é o primeiro.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Ler, ler, ler.....

Se tem uma coisa que facilmente me tira o sono é ler. Adoro deitar bem cedo, com um bom livro nas mãos e entrar madrugada adentro desvendando suas estórias.
Mês passado, apesar de todo o stress de fim de ano, me superei. Foram 5 livros em um mês, e todos foram tão agradáveis, que decidi postá-los aqui.
O primeiro, ao estilo "mulherzinha" foi o Lipstick Jungle, que caiu nas minhas graças pela identificação que tenho com a autora. Candace bushnell, do Sex and the City fez uma história deliciosa, de três mulheres de quarenta e poucos anos extremamente bem sucedidas na cidade de NY. Quem não curte?
Depois comprei um presente de natal e não resisti a abrir o pacote e pegá-lo "emprestado". Sugestão dos meus amigos da Pulp, o "Fazendo as malas" da Danusa Leão é uma leitura fácil, rápida e gostosa onde ela conta com detalhes, as aventuras de uma viagem "na louca" para Paris, Sevilla, Lisboa e Roma.
Estes dois foram lidos praticamente ao mesmo tempo, pois o da Danusa tinha prazo para acabar.
Do meu amigo secreto literário, ganhei "O Carrasco do Amor", do mesmo cara que escreveu "Quando Nietzsche chorou". 10 casos de psicanálise pela ótica do psicanalista. Forte e envolvente. Desde dos meus estudos sobre Freud, sou apaixonada pela psicanálise.
Aproveitei a onde séria para ler "O Observatório de Sinais", um estudo sobre as tendências que faz uma viagem por todos os meus assuntos prediletos, e me fez repensar meus objetivos.
E finalmente voltei para o estilo "girly" de literatura e dei início ao "Um best seller para chamar de meu". Afinal, se o ano não começa com o lançamento da Marian Keyes na mesinha de cabeceira, é pq tem alguma coisa errada!
Por favor, não me liguem!
Há alguns anos venho implicando com meus dentes, e minha implicância com eles aumenta na exata proporção em que entortam.
Um tempo atrás consultei um dentista que me deu duas soluções nem um pouco plausíveis: A primeira implicava em arrancar 4 - não um, mas QUATRO dentes da minha boca para que os outros se acomodassem no pequeno espaço que tenho disponível. A outra solução, não menos assustadora seria uma cirurgia de queixo, onde eu provavelmente ficaria amarrada por algumas semanas até poder ver o estrago em minha feição, e o espaço criado para que os dentes pudessem se acomodar. Diante de tal perspectiva, desisti e segui a vida com meus dentes tortos.
Um dia desses encontrei uma amiga dentista, especializada em NY e com milhões de técnica inovadoras. Fui ao seu consultório e ela me sugeriu um "ultimate device", que preso ao céu da boca, empurra os dentes e abre o espaço, sem nenhuma barbárie.
Passei a freqüentar seu consultório semanalmente, fazendo radiografias, moldando, arrumando. Finalmente ontem, fui instalar a tal coisa.
Agora tenho uma "ponte". Não no sentido dentadura, mas uma ponte mesmo, que atravessa o céu da boca, impedindo que minha língua faça os movimentos necessários para pronunciar, por exemplo, a palavra "queijo". Já pensou, falar "queijo" sem encostar no céu da boca? Morda uma caneta e vc vai ter a exata sensação. Fale: "Eu te ligo depois" Impossível. Vocês não calculam a dificuldade que foi contratar pelo telefone o serviço de tv a cabo hj a tarde.
Mas era a única solução. Como é que eu vou sair de casa assim?
Então, pelos próximos três meses, esqueçam meu número de telefone. Meu msn é francacris@hotmail.com
Um tempo atrás consultei um dentista que me deu duas soluções nem um pouco plausíveis: A primeira implicava em arrancar 4 - não um, mas QUATRO dentes da minha boca para que os outros se acomodassem no pequeno espaço que tenho disponível. A outra solução, não menos assustadora seria uma cirurgia de queixo, onde eu provavelmente ficaria amarrada por algumas semanas até poder ver o estrago em minha feição, e o espaço criado para que os dentes pudessem se acomodar. Diante de tal perspectiva, desisti e segui a vida com meus dentes tortos.
Um dia desses encontrei uma amiga dentista, especializada em NY e com milhões de técnica inovadoras. Fui ao seu consultório e ela me sugeriu um "ultimate device", que preso ao céu da boca, empurra os dentes e abre o espaço, sem nenhuma barbárie.
Passei a freqüentar seu consultório semanalmente, fazendo radiografias, moldando, arrumando. Finalmente ontem, fui instalar a tal coisa.
Agora tenho uma "ponte". Não no sentido dentadura, mas uma ponte mesmo, que atravessa o céu da boca, impedindo que minha língua faça os movimentos necessários para pronunciar, por exemplo, a palavra "queijo". Já pensou, falar "queijo" sem encostar no céu da boca? Morda uma caneta e vc vai ter a exata sensação. Fale: "Eu te ligo depois" Impossível. Vocês não calculam a dificuldade que foi contratar pelo telefone o serviço de tv a cabo hj a tarde.
Mas era a única solução. Como é que eu vou sair de casa assim?
Então, pelos próximos três meses, esqueçam meu número de telefone. Meu msn é francacris@hotmail.com
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